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A criatura atrás de si em vídeo com IA

A tua selfie entra em dois nós Seedance 2.5 onde uma besta colossal chega às tuas costas, iluminada pela luz do teu próprio plano. Fluxo visível aqui, sem conta.

Demo interativa

Workflow real, resultados reais. Desloque-se e faça zoom livremente.

Usar este workflow

O fluxo real: a selfie ligada como referência a dois nós Seedance 2.5, uma criatura por nó. Os dois vídeos são os da demonstração, a mesma pessoa a virar-se.

Em resumo

O que o workflow produz
2 vídeos de 10 s em 720p, formato 9:16
Estrutura do canvas
6 nodes ligados por 4 ligações
Modelos ligados
Seedance 2.5
Custo de uma passagem completa
cerca de 240 créditos, ou seja US$ 2,88

Estás de frente e atrás de ti chega algo enorme: um dragão que cai na rua, uma criatura de floresta que se levanta entre os troncos. É o efeito mais partilhado do público de videojogos e fantasia.

O difícil não é a besta, é o RACORDE. Uma criatura iluminada por uma fonte diferente da tua nota-se logo, e o plano torna-se uma colagem. Por isso as duas instruções impõem a mesma luz, a mesma direção e uma sombra projetada no mesmo chão.

O segundo ponto difícil é a tua reação: uma pessoa que não se vira anula o efeito, porque nada no ecrã diz que reparou em alguma coisa. O Seedance 2.5 segura o teu rosto enquanto a cena ganha vida atrás. Os dois planos custam duzentos e quarenta créditos.

Como fazer

  1. 1

    Dá uma selfie nítida

    Enquadrada até meio corpo, de frente, com luz de dia. É o teu rosto que tem de aguentar enquanto a atenção se desloca para trás de ti.

  2. 2

    Descreve a luz antes da besta

    Crepúsculo alaranjado, névoa fria da manhã, néons. A criatura tem de herdar essa luz: é isso que a coloca no plano em vez de a colar por cima.

  3. 3

    Afasta a criatura

    Vinte metros atrás de ti, não colada às costas. De perto sai do enquadramento e o tamanho dela deixa de se ler, de longe a escala percebe-se de relance.

  4. 4

    Vira-te

    Uma cabeça que roda por cima do ombro no momento da chegada. Sem esse gesto o espectador vê duas coisas sem relação em vez de uma cena.

Variantes e casos de uso

O mesmo canvas, afinado para necessidades diferentes: cada variante são duas ou três linhas de prompt a mudar.

O trailer de um jogo

Um estúdio que mostra a sua criatura principal atrás de um jogador real consegue uma abertura que o motor do jogo não produz, e que circula para lá do público inicial.

O conteúdo fantasy de um criador

Um criador que fala de dragões e põe um atrás de si ganha os três segundos de atenção que separam o scroll da visualização completa.

O anúncio de um evento

Uma convenção, um festival, uma estreia: a criatura atrás do organizador diz o tema mais depressa do que o cartaz e dá vontade de ir ver.

A brincadeira de família

Um monstro que chega atrás de um familiar enquanto ele fala tranquilamente faz rir de imediato, e é de longe o uso mais frequente deste efeito.

O susto suave para crianças

Uma criatura curiosa e nada ameaçadora, que inclina a cabeça em vez de rugir, dá um plano que as crianças pedem em repetição sem terem pesadelos.

O gigante em vez da besta

Se o que deve mudar é a escala humana e não a chegada de um animal, tornar-se um gigante faz o contrário: és tu que dominas a rua.

Erros frequentes

Uma luz que não bate certo

É o defeito que denuncia tudo. Uma criatura iluminada por uma fonte diferente da tua parece pousada em cima da imagem, e o olho vê-o antes mesmo de perceber porquê.

Colar a criatura às costas

Demasiado perto, sai do enquadramento e o tamanho dela fica ilegível. A escala precisa de distância: é ao vê-la inteira atrás de ti que se mede o que é.

Não se virar

Sem reação, o espectador vê duas coisas sem relação no mesmo plano. A cabeça que roda no momento da chegada é o que liga as duas metades da imagem.

Descrever o rosto na instrução

O bloqueio passa pela foto, não pelas palavras. Descrever traços faz o modelo reconstruir um rosto, e deixas de te reconhecer no teu próprio plano.

Modelos recomendados

Perguntas frequentes

Porque é que a criatura parece colada?

Porque a luz dela não vem de onde vem a tua. É o único defeito que denuncia o efeito, e corrige-se na instrução: mesma fonte, mesma direção e uma sombra no mesmo chão que a tua.

Posso pôr outra coisa que não um monstro?

Sim, a mecânica serve para tudo o que seja colossal: uma nave que aterra, uma onda, uma estátua que ganha vida. O que conta é a diferença de escala entre ti e o que chega.

Devo olhar para a câmara ou para a criatura?

Para as duas, nessa ordem: olhas para a objetiva, sentes alguma coisa, viras-te. É a sequência do olhar que conta, não a besta sozinha.

Quanto custam as duas criaturas?

Duzentos e quarenta créditos, cento e vinte por vídeo de cinco segundos em 720p com som. Relançar um só plano depois de mudar a besta custa apenas cento e vinte.

A parecença aguenta durante a ação?

Nos dois planos da demonstração é o mesmo rosto antes e depois de se virar. Aguenta melhor quando a câmara não se mexe: aqui é a cena que ganha vida, não o enquadramento.

Posso dar a minha própria criatura em imagem?

O nó de vídeo aceita várias imagens de referência: a tua para o rosto, outra para a besta. Conta também com uma descrição escrita precisa, a referência sozinha não fixa uma silhueta.

Qual é o formato de saída?

Vertical 9:16 em 720p, o formato nativo das redes. O guia de formato e resolução dá os tamanhos esperados rede a rede.

É preciso o acordo da pessoa filmada?

Sim, como em qualquer publicação: o fluxo não muda nada quanto ao direito à imagem. A demonstração usa o rosto do fundador do site, com o acordo dele.

A criatura atrás de si em vídeo com IA

Usar este workflow

Conta gratuita, sem cartão. O workflow abre-se pré-preenchido no seu canvas.