Retrato de corte: o seu cão como rei
O clássico: manto de arminho, fundo escuro, luz de quadro antigo. A ficha de Referência guarda o focinho, a direção artística leva a pintura. A prenda funciona porque a parecença sobrevive ao fato.
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O cão lá de casa torna-se um retrato de corte, depois uma cena, e depois pisca os olhos. A ficha de referência guarda o focinho dele. Visível aqui sem conta.
Workflow real, resultados reais. Desloque-se e faça zoom livremente.
Usar este workflowA ficha do animal segura o focinho, a direção artística leva o traje e a pintura, o nó Vídeo anima o retrato. Desloque, amplie, abra os nós.
Em resumo
Um retrato de animal gerado a partir de uma descrição dá sempre um cão da raça certa. O problema é que não é o seu: a mancha branca está no sítio errado, a orelha não cai do mesmo lado, e a prenda cai por terra porque ninguém o reconhece.
Todo este fluxo assenta por isso numa ficha de referência com AS SUAS fotografias, de frente, de perfil e de três quartos. O modelo volta a ela em cada imagem, e as particularidades sobrevivem ao traje. A direção artística leva a pintura: a luz da tela, o fundo escuro, o craquelé. As duas ficam separadas, o que permite experimentar outro universo sem perder o animal.
O Seedream 5 Pro mantém a parecença melhor do que a média em animais, e o Kling 2.5 Turbo chega para fazer piscar um retrato pintado sem acordar a matéria. O guia manter uma personagem coerente vale também para animais, e a calculadora pública dá o custo exato antes de qualquer registo.
Fotografe em três ângulos
De frente, de perfil e de três quartos, com luz do dia e sem coleira. Três fotografias do mesmo ângulo deixam o modelo inventar o outro lado da cabeça.
Escolha o universo
O nó Direção artística descreve a pintura ou a fotografia pretendida: época, luz, fundo, matéria. Alimenta o retrato e a cena, que ficam assim no mesmo mundo.
Descreva o traje
O prompt do retrato só fala do traje e da pose. A parecença vem da ficha, a matéria vem da direção artística: não é preciso repeti-las aqui.
Anime o retrato
Cinco segundos chegam: um piscar, uma inclinação de cabeça, a luz a tremeluzir. Peça câmara fixa, senão o modelo julga que filma uma cena e reanima o quadro inteiro.
O mesmo canvas, afinado para necessidades diferentes: cada variante são duas ou três linhas de prompt a mudar.
O clássico: manto de arminho, fundo escuro, luz de quadro antigo. A ficha de Referência guarda o focinho, a direção artística leva a pintura. A prenda funciona porque a parecença sobrevive ao fato.
A mesma cadeia, outro universo: farda, armadura, capa. Os gatos de pelo comprido pedem muitas vezes uma quarta foto na ficha, porque a silhueta é mais difícil de segurar do que em pelo curto.
O workflow funciona com fotos antigas, mesmo medianas: bastam três ângulos. Para uma impressão emoldurada, gere em vertical e verifique os olhos, que é o primeiro sítio onde a família olha.
Cinco segundos com o Kling 2.5 Turbo: um piscar de olhos, uma inclinação de cabeça, a luz a tremeluzir. Peça câmara fixa, senão o modelo reanima o quadro inteiro e a pintura começa a respirar.
Escolha o formato no node Imagem antes de gerar: quadrado para uma caneca, vertical para uma tela. A resolução chega para uma impressão emoldurada até A3.
Fotografar o cão da sua altura deforma o focinho, e o modelo copia a deformação. Desça à altura dele, com luz do dia e sem coleira.
O modelo devolve um belo exemplar da raça, não o seu. A parecença vem das fotos da ficha, nunca da descrição escrita.
O fato pertence ao prompt do retrato, o material e a luz à direção artística. Misturados, tornam impossível mudar de universo sem reescrever tudo.
Sim, o método não depende da espécie: três ângulos, uma ficha, uma direção artística. Animais de pelo comprido pedem por vezes mais uma fotografia para segurar a silhueta.
Sim, as imagens saem em alta definição, bem suficiente para uma impressão emoldurada. O formato escolhe-se no nó Imagem antes de gerar.
Duas imagens e um vídeo de cinco segundos ficam à volta de quarenta cêntimos de créditos. O detalhe está na calculadora, sem conta.
Não, fotos antigas servem desde que mostrem três ângulos e o pelo esteja nítido. É isso que torna possível o retrato em memória, quando restam poucas imagens.
Três, de três ângulos diferentes. Dez fotos de frente não acrescentam nada: é a variedade de ângulos que permite ao modelo perceber a cabeça.
Para um A3 emoldurado, sim. Acima disso, passe o render por um ampliador dedicado: os modelos de imagem dão alta definição web, não ficheiros de gráfica.
Cinco créditos por imagem e vinte e seis por uma animação de cinco segundos. Experimentar dez universos com o mesmo animal fica em cinquenta cêntimos de créditos.
Transformar o seu animal em personagem com IA
Usar este workflowConta gratuita, sem cartão. O workflow abre-se pré-preenchido no seu canvas.