O fluxo real: o plano largo 16:9 é prolongado em cima e em baixo para caber em 9:16, e pelos lados para caber em quadrado, sem que o sujeito se mexa.
Em resumo
O que o workflow produz
2 imagens em 9:16, 1:1
Estrutura do canvas
6 nodes ligados por 4 ligações
Modelos ligados
Flux Kontext
Custo de uma passagem completa
cerca de 12 créditos, ou seja US$ 0,14
Uma imagem larga não cabe numa story. Cortar um 16:9 para 9:16 guarda apenas um terço da superfície e corta quase sempre o sujeito: é esse o problema que este fluxo elimina. A foto entra no node Media e segue para dois nodes Imagem em paralelo, um que a estende na vertical, outro em quadrado.
A instrução pede para PROLONGAR o cenário, não para inventar outro. A matéria acrescentada em cima e em baixo tem de continuar a que existe: mesmo céu, mesmo chão, mesma luz, mesmo grão. É isso que separa uma extensão limpa de uma colagem, e é também por isso que uma foto de fundo regular se estende melhor do que um plano carregado.
A instrução reserva ainda a parte alta do enquadramento, onde virão pousar o título e a interface da plataforma. Um sujeito centrado na vertical num 9:16 acaba meio tapado pelo nome da conta: mais vale prevê-lo na geração do que na montagem. Os dois formatos custam catorze cêntimos.
Como fazer
1
Parta do seu plano largo
Uma foto horizontal, um render, uma captura: tudo o que seja largo de mais para um formato vertical. Quanto mais regular for o cenário à volta do sujeito, mais invisível é a extensão.
2
Lance a versão story
O node 9:16 acrescenta matéria em cima e em baixo. A instrução precisa o que o modelo deve continuar, e reserva a zona alta para o título e a interface.
3
Lance a versão quadrada
O node 1:1 corre em paralelo sobre a mesma fonte, desta vez alargando os lados. Uma só passagem dá os dois formatos de que um post precisa.
4
Verifique as junções
Olhe para a junção entre a imagem de origem e a matéria acrescentada. Uma linha de horizonte que se desloca ou uma textura que muda de grão corrigem-se descrevendo melhor o cenário na instrução.
Variantes e casos de uso
O mesmo canvas, afinado para necessidades diferentes: cada variante são duas ou três linhas de prompt a mudar.
Story e Reel a partir de um plano largo
O caso de uso direto: uma foto horizontal que tem de ser publicada em 9:16 sem cortar o sujeito. A extensão acrescenta cenário em cima e em baixo em vez de aparar os lados, e o sujeito guarda as suas proporções.
O quadrado do feed e a story, numa passagem
Os dois nodes correm em paralelo sobre a mesma fonte. Um post precisa dos dois formatos, e obtê-los num só gesto evita o corte manual que desloca o sujeito de uma versão para a outra.
Banner de site e imagem de capa
O problema inverte-se: uma foto vertical para esticar em banner muito largo. A instrução muda de sentido mas não de princípio, prolonga-se o cenário pelos lados deixando o sujeito onde está.
Salvar um enquadramento demasiado apertado
Uma foto cujo sujeito toca a borda respira acrescentando uns centímetros de cenário à volta. É muitas vezes a diferença entre uma imagem utilizável como capa e uma imagem que sufoca.
Reservar o lugar do texto
A instrução deixa livre a parte alta do enquadramento para o título e a interface da plataforma. Um sujeito centrado num 9:16 acaba meio tapado pelo nome da conta, e é mais simples prevê-lo na geração do que na montagem.
Adaptar um visual de campanha a todos os formatos
O mesmo plano em 9:16, 1:1 e 16:9 guarda a mesma imagem e o mesmo sujeito, o que dá uma campanha coerente. Três cortes dão três imagens diferentes, o que não é a mesma coisa.
Erros frequentes
Pedir para inventar em vez de prolongar
A instrução deve dizer continua este cenário, não acrescenta um céu. Assim que se deixa o modelo livre na zona acrescentada, ele compõe outra coisa, e a junção vê-se mesmo que as duas metades sejam bonitas.
Estender um sujeito cortado na borda
Se um braço ou uma perna toca a borda do enquadramento, o modelo julga que deve completá-lo e inventa um membro. O que é acrescentado tem de ser cenário: corte ligeiramente antes de estender em vez de lhe deixar essa escolha.
Estender demasiado de uma vez
De 16:9 para 9:16 já é um grande salto. Para lá disso, a parte inventada ultrapassa a real e deixa de ser credível. Duas extensões moderadas seguidas valem mais do que uma muito larga.
Esquecer a zona do texto
Gerar um belo 9:16 e depois descobrir que o título tapa a cara é o cenário mais frequente. A instrução já reserva a parte alta; se a sua montagem põe o texto noutro sítio, mude a zona reservada antes de gerar.
Um corte de 16:9 para 9:16 deita fora dois terços da imagem e corta o sujeito ou o seu enquadramento. Aqui acrescenta-se em vez de tirar: o sujeito guarda o seu lugar, as suas proporções e o seu ambiente, e o formato muda na mesma.
Até onde se pode estender?
Passar de 16:9 para 9:16 já é um grande salto, e é o que a demonstração mostra. Para lá disso, o modelo inventa mais do que prolonga, e a parte acrescentada acaba por se ver. Mais vale duas extensões moderadas seguidas do que uma muito larga.
Funciona numa foto de uma pessoa?
Sim, desde que a pessoa fique dentro da zona de origem. O que é acrescentado deve ser só cenário: pedir ao modelo que complete um corpo cortado na borda do enquadramento dá mãos e pernas a mais, e é esse o caso a evitar.
Quanto custam os dois formatos?
Catorze cêntimos pela story e pelo quadrado. O preço aparece em cada node antes do clique, e um único formato custa metade se o outro não lhe servir.
Qual é a diferença face a um corte automático?
Um corte escolhe que parte da imagem deitar fora. Aqui não se deita nenhuma: o sujeito guarda o seu lugar e o seu ambiente, e a superfície em falta é reconstruída na continuidade do que existe.
O sujeito fica deformado?
Não, é justamente o que a extensão evita: nada é esticado. A parte de origem fica intacta, e o modelo só trabalha sobre a matéria acrescentada à volta dela.
Que formatos posso obter?
O template parte de 9:16 e 1:1, os dois formatos de que um post precisa. Os nodes Imagem aceitam também 4:3, 3:4 e 16:9: mudar o formato do node chega, a instrução fica a mesma.
Funciona numa captura de ecrã?
Numa captura de fundo regular, sim. Numa interface, não: o modelo vai prolongar os botões e o texto inventando-os, e o resultado é ilegível. Para esse caso, mais vale pousar a captura sobre um fundo gerado à parte.