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Remover um objeto ou uma pessoa de uma foto com IA

As silhuetas do segundo plano desaparecem, depois o objeto fixo que estraga o enquadramento, e o cenário fecha-se atrás sem mancha desfocada. O fluxo completo, sem criar conta.

Demo interativa

Workflow real, resultados reais. Desloque-se e faça zoom livremente.

Usar este workflow

O fluxo real: os passeantes ao fundo saem primeiro, o caixote depois, e a areia e a linha do horizonte prolongam-se atrás deles.

Em resumo

O que o workflow produz
2 imagens em 4:3
Estrutura do canvas
6 nodes ligados por 4 ligações
Modelos ligados
Flux Kontext
Custo de uma passagem completa
cerca de 12 créditos, ou seja US$ 0,14

Duas passagens encadeadas na mesma foto, porque não se tira tudo de uma vez. A primeira apaga as silhuetas do segundo plano, a segunda o objeto fixo que estraga o enquadramento: caixote, placa, cabo, carro. Pedir as duas numa só instrução dá um resultado medíocre em ambas.

O que faz a diferença face a uma ferramenta de retoque clássica cabe numa frase da instrução: ela diz sempre o que está ATRÁS do que se retira. Continua a areia, prolonga a linha do horizonte, fecha o muro. Sem essa frase, o modelo tapa o buraco com uma mancha desfocada, e o desfoque nesse sítio vê-se mais do que o intruso que se apagava.

O Flux Kontext é um modelo de edição: retoca a sua foto em vez de gerar outra. O resto do enquadramento, as cores, o grão e a luz não se mexem, que é a única maneira de obter uma imagem que continue credível. As duas passagens custam catorze cêntimos.

Como fazer

  1. 1

    Importe a foto

    Uma foto de férias, uma foto de produto, uma foto de anúncio: a origem é indiferente. O node Media aceita um registo de telemóvel, o que conta é a nitidez da zona a tratar.

  2. 2

    Retire primeiro as pessoas

    A primeira instrução aponta às silhuetas do segundo plano, as que ali passavam. Descreva o que deve reaparecer no lugar delas: a areia, a água, a multidão mais longe, o muro.

  3. 3

    Retire depois o objeto

    O segundo node parte do resultado da primeira passagem. Nomeie o objeto com precisão, a sua posição no enquadramento, e o que o seu desaparecimento deve deixar ver.

  4. 4

    Olhe a zona de perto

    Amplie sobre o sítio apagado. Uma textura que se repete, uma linha que quebra ou um desfoque local querem dizer que a instrução não descreveu bem o fundo. Regerar custa cêntimos.

Variantes e casos de uso

O mesmo canvas, afinado para necessidades diferentes: cada variante são duas ou três linhas de prompt a mudar.

Tirar um intruso de uma foto de férias

O caso mais comum: o passeante que atravessa o enquadramento no momento do disparo. A instrução descreve a areia, a água ou a multidão mais longe, e o cenário fecha-se atrás dele sem deixar mancha.

Limpar uma foto de anúncio

Caixote à frente da fachada, placa de obra, carro estacionado ali por acaso. Esses objetos não informam o comprador de nada e estragam o registo. Atenção a não passar a linha: um defeito do próprio imóvel guarda-se, ver desimpedir.

Apagar um cabo, um fio, uma tomada

Os objetos finos são o que as ferramentas clássicas falham mais: deixam um rasto por onde o cabo passava. Aqui a instrução descreve a superfície atravessada, parede ou teto, e o modelo reconstrói-a em vez de a alisar.

Tirar um logótipo ou uma marca alheia

Útil antes de publicar uma foto onde uma marca aparece por acaso. O modelo substitui pela matéria do suporte, tecido, cartão ou metal. Não é uma autorização: apagar um logótipo não dá direitos sobre o que fica visível.

Foto de produto tirada à pressa

Um objeto pousado numa mesa atulhada vende-se mal. Duas passagens chegam muitas vezes para isolar o produto sem estúdio. Para um fundo a sério, o fluxo mudar o fundo vai mais longe.

Tirar um reflexo ou uma sombra incómoda

Um reflexo num vidro ou a sombra do próprio fotógrafo tratam-se como um objeto, desde que descreva o que a zona deve mostrar em vez dele. É um caso mais difícil do que os outros, porque a superfície em causa costuma ser estruturada.

Erros frequentes

Não descrever o fundo

O erro que produz a mancha desfocada. Tira o caixote deixa o modelo a adivinhar; tira o caixote e prolonga o muro de tijolo e o passeio atrás dele dá-lhe matéria para reconstruir. É aí que está toda a diferença.

Pedir tudo numa só instrução

Um node Imagem trata uma intenção. Uma instrução que lista as pessoas, o caixote, a placa e o cabo dá um resultado medíocre em tudo. Dois ou três nodes encadeados custam o mesmo e dão um resultado limpo.

Apagar um sujeito demasiado grande

Uma silhueta em primeiro plano tapa uma parte do cenário que nada permite adivinhar. O modelo inventa, e a invenção vê-se. Num fundo estruturado, mais vale cortar do que apagar.

Tapar um defeito em vez de um intruso

Tirar um caixote à frente de uma fachada é honesto, apagar uma fenda nessa fachada não é. O fluxo não faz a distinção, cabe-lhe a si fazê-la, e o anúncio volta-se contra quem o publicou.

Modelos recomendados

Perguntas frequentes

Porquê duas passagens em vez de uma?

Porque um node Imagem trata uma intenção de cada vez. Retira as pessoas e o caixote dá um resultado aproximado nos dois, ao passo que duas instruções separadas permitem descrever com precisão o fundo de cada um, e regerar só um deles se for preciso.

Deixa uma marca desfocada?

É o defeito clássico das ferramentas de apagar, e vem da instrução, não do modelo. Assim que se descreve o que está atrás, o modelo reconstrói a matéria em vez de a alisar. É a frase que nunca se retira.

Posso retirar uma pessoa em primeiro plano?

É o caso mais difícil: uma silhueta próxima ocupa muita superfície e tapa uma parte do cenário que nada permite adivinhar. O resultado é bom quando o fundo é regular, areia, muro, céu, e arriscado quando é estruturado.

Quanto custam as duas passagens?

Catorze cêntimos. O preço aparece em cada node antes do clique, o que permite regerar várias vezes uma zona difícil sem pensar nisso.

Qual é a diferença face a uma ferramenta de retoque clássica?

Um carimbo de clonagem copia píxeis vizinhos e nota-se assim que a zona tem textura. Aqui um modelo de edição reconstrói o que ali deveria estar, a partir do que descreve. O resultado depende do cuidado posto na descrição.

Posso tirar uma pessoa de uma foto de grupo?

Tecnicamente sim, se não estiver em contacto com as outras. Um braço que passa à frente de um vizinho obriga o modelo a reconstruir esse vizinho, e é aí que o resultado se torna arriscado.

O resto da foto mexe-se?

Não, é essa a vantagem de um modelo de edição: as cores, o grão, a luz e o enquadramento continuam a ser os da sua foto. Compare com o original que fica ao lado no canvas, qualquer desvio vê-se logo.

Funciona em vídeo?

Não com este fluxo, que trata uma imagem fixa. Um vídeo exigiria a mesma correção em cada fotograma e coerência entre eles, o que é outro problema.

Remover um objeto ou uma pessoa de uma foto com IA

Usar este workflow

Conta gratuita, sem cartão. O workflow abre-se pré-preenchido no seu canvas.