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O mundo que se inclina em vídeo com IA

A tua selfie entra em dois nós Seedance 2.5 onde o cenário se inclina à tua volta enquanto ficas direito. Fluxo visível aqui, sem conta.

Demo interativa

Workflow real, resultados reais. Desloque-se e faça zoom livremente.

Usar este workflow

O fluxo real: a selfie ligada como referência a dois nós Seedance 2.5, uma sala por nó. Os dois vídeos são os da demonstração, a mesma pessoa que fica vertical.

Em resumo

O que o workflow produz
2 vídeos de 10 s em 720p, formato 9:16
Estrutura do canvas
6 nodes ligados por 4 ligações
Modelos ligados
Seedance 2.5
Custo de uma passagem completa
cerca de 240 créditos, ou seja US$ 2,88

Uma sala inclina-se à tua volta, os objetos deslizam e tu ficas direito no meio. É o mais simples dos dez efeitos da família e o mais legível em vertical: percebe-se tudo num segundo.

O difícil cabe numa frase: é o MUNDO que roda, não a câmara. Pede só que o cenário se incline e tens um plano torto, coisa que qualquer telemóvel faz e que não impressiona ninguém. Por isso as duas instruções dizem que a câmara fica ao nível e que tu ficas vertical.

É também o fluxo que decidiu o modelo de toda a fornada: medido a 13 de setembro de 2026, o Seedance 2.0 falha este pedido, inclina a câmara; o Seedance 2.5 aguenta-o. Os dois planos custam duzentos e quarenta créditos.

Como fazer

  1. 1

    Dá uma selfie nítida

    Enquadrada até meio corpo, de frente, com luz de dia. És o único ponto fixo do plano, logo a única coisa para que o espectador realmente olha.

  2. 2

    Escreve que a câmara fica ao nível

    A câmara fica ao nível dele e nunca inclina, é a sala que roda. É essa a frase que separa o efeito de uma imagem simplesmente rodada.

  3. 3

    Descreve o que desliza

    Chávenas que caem, um jornal que desliza, um candeeiro que tomba. Uma sala que roda sem nada se mexer lá dentro parece uma fotografia que alguém rodou.

  4. 4

    Fica imóvel

    Os pés no chão, as mãos ao lado do corpo. A tua imobilidade é o que torna o resto absurdo: se também te mexeres, o olho perde a referência.

Variantes e casos de uso

O mesmo canvas, afinado para necessidades diferentes: cada variante são duas ou três linhas de prompt a mudar.

A transição de tom

Inclinar a sala no momento exato em que o discurso muda dá à montagem uma pontuação visual que o corte seco não dá, e que se percebe sem explicação.

A abertura de um vídeo longo

Três segundos de sala a rolar logo no início travam o polegar, e o resto do vídeo pode depois ser perfeitamente sóbrio.

A metáfora da reviravolta

Uma mudança de casa, uma reorganização, uma má notícia: o mundo que se inclina enquanto ficas direito diz a coisa sem ser preciso escrevê-la.

A demonstração de um produto

Um objeto que fica no lugar enquanto a sala roda conta a sua estabilidade ou a sua fixação melhor do que uma ficha técnica, e vê-se até ao fim.

O plano de um videoclipe

Uma sala a rolar atrás de um cantor imóvel é um plano clássico de videoclipe, e aqui custa duzentos e quarenta créditos em vez de um estúdio e uma grua.

Inclinação contra queda

Se o que deve mudar é a escala em vez da gravidade, o zoom a partir do espaço dá a mesma vertigem com um movimento de câmara em vez de uma rotação.

Erros frequentes

Deixar a câmara inclinar

É o erro que reduz o efeito a nada. Uma câmara que se inclina dá exatamente o que dá rodar um telemóvel, e o plano perde tudo o que o tornava estranho.

Uma sala onde nada se mexe

Sem objetos a deslizar, a rotação lê-se como uma imagem rodada. São as chávenas, os livros e os candeeiros que provam que a gravidade mudou de sentido.

Mexer-se durante a inclinação

Tu és o ponto fixo. Se também te mexeres, o olho perde a referência e a cena torna-se ilegível em vez de perturbadora.

Escolher um cenário vazio

Um estúdio nu não dá nada para deslizar. Um café, um quarto, uma cozinha: quantos mais objetos soltos houver, mais a inclinação se vê.

Modelos recomendados

Perguntas frequentes

Porque é que o meu vídeo parece uma foto torta?

Porque não se mexe nada na sala. O movimento dos objetos é o que prova que a gravidade mudou de sentido: sem uma chávena a cair nem um candeeiro a balançar, o olho lê uma simples rotação de imagem.

Até onde pode ir a inclinação?

Quarenta e cinco graus lêem-se muito bem e continuam credíveis, noventa graus é mais radical mas pede mais objetos em movimento para continuar legível. A demonstração mostra as duas.

É preciso uma sala vazia?

Uma sala vazia é mais fácil de aguentar, mas muito menos espetacular: são os móveis e os objetos que contam a inclinação. Um café ou um quarto mobilado dá melhor plano do que um estúdio nu.

Quanto custam as duas inclinações?

Duzentos e quarenta créditos, cento e vinte por vídeo de cinco segundos em 720p com som. Relançar uma só depois de mudar a sala custa apenas cento e vinte.

Porquê Seedance 2.5 e não um modelo mais barato?

Porque é justamente neste efeito que a diferença foi medida a 13 de setembro de 2026: o Seedance 2.0, metade do preço, inclina a câmara em vez de rodar a sala. O pedido cai e o plano não vale nada.

Posso rodar a sala cento e oitenta graus?

Nada o proíbe na instrução, mas quanto maior é a rotação, mais objetos em movimento são precisos para continuar legível em cinco segundos. Quarenta e cinco graus é a melhor relação entre efeito e risco.

Qual é o formato de saída?

Vertical 9:16 em 720p, o formato nativo das redes. O guia de formato e resolução dá os tamanhos esperados rede a rede.

É preciso o acordo da pessoa filmada?

Sim, como em qualquer publicação: o fluxo não muda nada quanto ao direito à imagem. A demonstração usa o rosto do fundador do site, com o acordo dele.

O mundo que se inclina em vídeo com IA

Usar este workflow

Conta gratuita, sem cartão. O workflow abre-se pré-preenchido no seu canvas.